sexta-feira, 7 de abril de 2017

Io, nome e cognome

Seguir regras, fazer o certo
Muitas vezes causa estranheza
Mas não deveria

Burocracia que regride
Que agride
Que condena

E o que não dizer
Do tempo passar, acabar
E não chegarmos ao fim

Pelos empecilhos
Mas também pelos medos

Quantas vezes deixamos para amanhã
O que queremos fazer agora
Quantas vezes o amanhã é tarde
O tempo passou
A vontade ficou
As prioridades mudaram

Quantas vezes deixamos para depois
E o depois nunca vem a existir
Quantas vontades roubadas
Sonhos perdidos
Alegria não realizada

Melhor quebrar barreiras
Infringir convenções
Fazer o que o nosso coração diz

Transgredir regras
Inventar novas leis
E por que não novas penas

O tempo passa
Chega ao fim
Mas a nossa felicidade tem prioridade!

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