Seguir regras, fazer o certo
Muitas vezes causa estranheza
Mas não deveria
Burocracia que regride
Que agride
Que condena
E o que não dizer
Do tempo passar, acabar
E não chegarmos ao fim
Pelos empecilhos
Mas também pelos medos
Quantas vezes deixamos para amanhã
O que queremos fazer agora
Quantas vezes o amanhã é tarde
O tempo passou
A vontade ficou
As prioridades mudaram
Quantas vezes deixamos para depois
E o depois nunca vem a existir
Quantas vontades roubadas
Sonhos perdidos
Alegria não realizada
Melhor quebrar barreiras
Infringir convenções
Fazer o que o nosso coração diz
Transgredir regras
Inventar novas leis
E por que não novas penas
O tempo passa
Chega ao fim
Mas a nossa felicidade tem prioridade!
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