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domingo, 16 de abril de 2017
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Io, nome e cognome
Seguir regras, fazer o certo
Muitas vezes causa estranheza
Mas não deveria
Burocracia que regride
Que agride
Que condena
E o que não dizer
Do tempo passar, acabar
E não chegarmos ao fim
Pelos empecilhos
Mas também pelos medos
Quantas vezes deixamos para amanhã
O que queremos fazer agora
Quantas vezes o amanhã é tarde
O tempo passou
A vontade ficou
As prioridades mudaram
Quantas vezes deixamos para depois
E o depois nunca vem a existir
Quantas vontades roubadas
Sonhos perdidos
Alegria não realizada
Melhor quebrar barreiras
Infringir convenções
Fazer o que o nosso coração diz
Transgredir regras
Inventar novas leis
E por que não novas penas
O tempo passa
Chega ao fim
Mas a nossa felicidade tem prioridade!
Muitas vezes causa estranheza
Mas não deveria
Burocracia que regride
Que agride
Que condena
E o que não dizer
Do tempo passar, acabar
E não chegarmos ao fim
Pelos empecilhos
Mas também pelos medos
Quantas vezes deixamos para amanhã
O que queremos fazer agora
Quantas vezes o amanhã é tarde
O tempo passou
A vontade ficou
As prioridades mudaram
Quantas vezes deixamos para depois
E o depois nunca vem a existir
Quantas vontades roubadas
Sonhos perdidos
Alegria não realizada
Melhor quebrar barreiras
Infringir convenções
Fazer o que o nosso coração diz
Transgredir regras
Inventar novas leis
E por que não novas penas
O tempo passa
Chega ao fim
Mas a nossa felicidade tem prioridade!
sábado, 1 de abril de 2017
A viagem das palavras
O tempo é uma página em branco
Um erro de leitura que deu certo
E que me faz começar esta viagem
Escrever não só para unir letras
Mas para formar histórias
Encontrando o sujeito e o predicado
Revirar o alfabeto para encontrar alguém
Se perder nele para achar o amor
Ou reescrever para encontrar o caminho
Histórias longas de aventuras e surpresas
Estórias curtas de amor e de dor
Se formam no imaginário e na vida real
Não existem barreiras de línguas
Obstáculos de credos
Ou muros de posses
As palavras voam
Encontram espaços
Fazem o seu próprio espaço
As frases se encontram
Ás vezes se perdem
E buscam o silêncio
Encontram um papel para dividir
Uma canção para ouvir
Ou um palco para lamentar
Melhor rabiscar esta página em branco
Que engolir estas palavras
Sem poder dirigir
Um erro de leitura que deu certo
E que me faz começar esta viagem
Escrever não só para unir letras
Mas para formar histórias
Encontrando o sujeito e o predicado
Revirar o alfabeto para encontrar alguém
Se perder nele para achar o amor
Ou reescrever para encontrar o caminho
Histórias longas de aventuras e surpresas
Estórias curtas de amor e de dor
Se formam no imaginário e na vida real
Não existem barreiras de línguas
Obstáculos de credos
Ou muros de posses
As palavras voam
Encontram espaços
Fazem o seu próprio espaço
As frases se encontram
Ás vezes se perdem
E buscam o silêncio
Encontram um papel para dividir
Uma canção para ouvir
Ou um palco para lamentar
Melhor rabiscar esta página em branco
Que engolir estas palavras
Sem poder dirigir
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